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Vidas de Sal

Antes de chegar à foz, o Mondego divide-se em dois braços que depois se encontram novamente para desaguar juntos no mar. Entre eles, está a ilha da Murraceira, 600 hectares de sapais, caniçais, juncais e salinas, vizinhos da Figueira da Foz. É por aqui que seguimos, percorrendo uma estrada estreita em terra batida, entre talhos e tanques de aquacultura, ou talhões abandonados.

Gilda Saraiva pára em frente ao esqueleto de um pequeno armazém de madeira. Há vários por aqui, muitos ao abandono, outros a ser recuperados. Os armazéns eram construídos com troncos em cruz para se adaptarem às oscilações do terreno, causadas pelas movimentações das águas, num sistema de gaiola, explica esta marnoteira formada em Arquitectura. Tinham que ser feitos em madeira, para resistir à oxidação que o sal provoca, num sistema de encaixe que dispensa pregos. Esta saiu do pinhal de Leiria.

Seguimos. Vemos pernilongos, andorinhas do mar, uma menina a chapinhar na água, tal como Gilda fazia quando tinha a idade dela (tem agora 37 anos). Chegamos à salina dos Doutores, uma sucessão de rectângulos em cinzento escuro, rodeados de plantas.

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Data: 2017-07-11

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