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SOB A ÉGIDE DE “SINAIS DE FOGO”, DE JORGE DE SENA
«Terra a Terra» da TSF emitido do Casino Figueira

Quem estava sintonizado em 107.4 FM, frequência da TSF, no último sábado, entre as 9h00 e as 11h00, pôde ouvir falar da Figueira da Foz, tendo como pano fundo “Sinais de Fogo”, a obra de Jorge de Sena que imortalizou a cidade na literatura universal. Nesta conversa conduzida pela equipa do Terra a Terra (José Alvarez, Joaquim Pedro e Rui Silva), participaram o presidente da autarquia figueirense, João Ataíde, o presidente dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz, José Luís Cacho, o provedor da Misericórdia – Obra da Figueira e presidente da Mesa da Assembleia Geral do Ginásio Clube Figueirense, Joaquim de Sousa, e o administrador do Casino Figueira, anfitrião desta edição, Domingos Silva.

“Sinais de Fogo” de ontem e de hoje

O romance de Jorge e Mercedes, numa Figueira da foz convulsionada pela Guerra Civil de Espanha, serviu de mote à conversa. Desde 1936, ano que se desenvolve o enredo do livro, até aos dias de hoje, muitos dos pontos de atracção da Figueira da Foz se mantêm, como o Casino e a praia, mas muito mudou também. Joaquim de Sousa recordou, aos microfones da TSF, o tempo em que, ainda criança, percebia no Bairro Novo as alterações de rotina provocadas pela chegada de refugiados. “Esta era a praia do país, em muito graças à linhas de caminho de ferro, que aqui chegaram muito cedo”, explicou.

Contra uma visão sincopada da Figueira

Para João Ataíde, os tempos mudaram mas a Figueira da Foz mantém a sua vocação natural para atrair turistas espanhóis e nacionais, não obstante, defendeu, ser “um concelho multifacetado, onde há turismo mas também pesca, um porto comercial, e uma ruralidade onde se destaca, por exemplo, cultura de arroz”. Afirmando-se “contra uma visão sincopada da Figueira da Foz”, o autarca considerou que a dicotomia urbanidade-ruralidade é um ponto forte do concelho, sublinhando ainda a importância da parceria com o porto, “no âmbito da regeneração da zona ribeirinha, que vai permitir ganhar espaço e dar melhor acessibilidade ao desfrute de lazer de rio e mar”, adiantando que “alguma transformação do areal ainda está em estudo”.

Do porto comercial até ao turismo de cruzeiros

Para José Luís Cacho, presidente da Administração dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz (APAFF), o porto comercial é uma mais-valia que pode alicerçar a evolução do concelho. “Este é um porto regional com um peso importante na economia da região”, explicou. Das exportações feitas a partir do porto figueirense destacam-se as de madeira, papel e vidro, sendo que o destino de Castela-Leão é um dos mais presentes. “Os portos com actividade comercial são relativamente recentes, e o da Figueira da Foz é recente, mas mesmo assim, de 2009 para este ano, o movimento já cresceu cerca de 30%”, revelou. O valor do ramal ferroviário, num conceito de articulação plena dos diferentes meios de transporte; a existência de estaleiros de construção naval; a plataforma logística; a movimentação de pescado costeiro; a náutica de recreio e a vela foram outros pontos defendidos por José Luis Cacho como sendo potencialidades a aproveitar e desenvolver, assim como a “área dos cruzeiros”, em que José Luís Cacho acredita que a Figueira se pode afirmar, nomeadamente no sector dos cruzeiros de turismo cultural.

Densidade intelectual

Já para Domingos Silva, natural do Porto mas há seis anos a trabalhar na Figueira da Foz, à frente da administração do Casino, a mais-valia local é outra. “Há na Figueira da Foz um valor cultural enorme, não conheço cidade que tenha uma densidade de intelectualidade como esta”, frisou.
Ao longo das duas horas de emissão, o Terra a Terra deu ainda voz a outras pessoas, que puderam partilhar as suas visões da Figueira da Foz.




Data: 2012-10-29

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